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Minas Gerais iniciou 2026 com US$3,3 bilhões em exportações no mês de janeiro, crescimento de 1,7% em relação ao mesmo período de 2025. O estado respondeu por 12,9% das vendas externas do país, mantendo a terceira colocação no ranking nacional, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.
A balança comercial mineira fechou o mês com superávit de US$1,7 bilhão, alta de 5,9% na comparação anual. As importações totalizaram US$1,5 bilhão, o que também colocou o estado como o terceiro maior importador do Brasil, com participação de 7,2% nas compras externas nacionais. Os produtos mineiros foram enviados a 153 países. A China liderou como principal destino, concentrando 31,7% das exportações. Em seguida aparecem Estados Unidos (9,9%), Suíça (4,3%), Reino Unido (4,0%) e Argentina (3,8%).
Os principais itens exportados em janeiro foram minérios de ferro e seus concentrados (28,5% do total), café (24,2%), ouro (11,3%), ferroligas (3,6%) e açúcar (3,1%). Minas liderou nacionalmente as exportações de minério de ferro (US$928,3 milhões), café (US$786,3 milhões), ouro (US$367,7 milhões) e ferro-ligas (US$118,4 milhões).
O estado também ocupou a primeira posição nas vendas externas de ferro fundido (US$70,2 milhões), tubos e perfis ocos de ferro ou aço (US$53,5 milhões) e minérios de metais preciosos (US$47,2 milhões).
No comparativo anual, o ouro apresentou o maior crescimento absoluto, com aumento de US$189,8 milhões (106,8%). Também registraram expansão relevante os minérios de metais preciosos, com abertura de mercado, e a soja, com crescimento de US$32,2 milhões (432,3%).
As compras externas mineiras envolveram 109 países. A China também foi a principal origem das importações, com 22% do total, seguida pelos Estados Unidos (18,8%), Argentina (5,3%), Alemanha (4,4%) e Índia (4,4%).
Entre os produtos mais importados estão turborreatores, turbopropulsores e outras turbinas a gás (5,5%), produtos imunológicos (4,8%), medicamentos (4,5%), hulhas e combustíveis sólidos semelhantes (3,9%) e veículos automotores para transporte de mercadorias (3,0%).
Da redação, Weber Gomes.