Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Copom reduz taxa Selic para 14,25% ao ano e sinaliza cautela diante de incertezas econômicas - Rádio D2 FM

Fale conosco via Whatsapp: +55 35 999594118

No comando: CAFÉ EXPRESSO

Das 07:00 às 09:00

No comando: NA PEGADA

Das 07:00 às 11:00

No comando: BUMERANGUE

Das 09:00 às 10:00

No comando: NA PEGADA

Das 10:00 às 12:00

No comando: TOP 10

Das 12:00 às 13:00

No comando: HORA 12

Das 12:00 às 13:00

No comando: RETRO 95

Das 14:00 às 16:00

No comando: MUSIC NEWS

Das 14:00 às 16:00

No comando: DANCE NOW

Das 15:00 às 16:00

No comando: CONTOS DO ROCK

Das 17:00 às 18:00

No comando: TIMELINE

Das 18:00 às 20:00

No comando: PAPO RETO

Das 18:00 às 20:00

No comando: CÊ QUE MANDA

Das 20:00 às 21:00

No comando: Bumerangue Edição Especial

Das 21:00 às 22:00

No comando: A VOZ DO BRASIL

Das 21:00 às 22:00

No comando: NA BATIDA

Das 22:00 às 00:00

No comando: PRODUÇÃO NACIONAL

Das 06:00 às 10:00

Copom reduz taxa Selic para 14,25% ao ano e sinaliza cautela diante de incertezas econômicas

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (17) reduzir a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 14,50% para 14,25% ao ano. Esta é a terceira redução consecutiva dos juros e reforça o movimento de flexibilização da política monetária iniciado em março deste ano.

A Selic é a principal ferramenta utilizada pelo Banco Central para controlar a inflação. Quando os juros permanecem elevados, o crédito fica mais caro para consumidores e empresas, reduzindo o ritmo da economia. Já a queda da taxa tende a estimular investimentos, consumo e geração de empregos.

Apesar da redução, o Banco Central destacou que o cenário ainda exige cautela. Entre os fatores que influenciaram a decisão estão as incertezas provocadas pelos conflitos no Oriente Médio, que continuam pressionando os preços internacionais de combustíveis e alimentos, além das expectativas de inflação ainda acima da meta estabelecida pelo governo.

Segundo o Copom, a atividade econômica brasileira apresentou recuperação no primeiro trimestre de 2026, com mercado de trabalho resiliente e setores produtivos mostrando maior dinamismo. No entanto, as projeções para a inflação seguem elevadas, com estimativas de 5,30% para 2026 e 4,10% para 2027, acima do centro da meta de 3%.

Em comunicado, o Banco Central afirmou que continuará acompanhando os indicadores econômicos e que os próximos passos dependerão da evolução da inflação, da atividade econômica e do cenário internacional.

A Selic havia permanecido em 15% ao ano entre junho de 2025 e março de 2026, o maior patamar registrado em quase duas décadas. Com a nova decisão, a taxa passa para 14,25% ao ano, mantendo-se ainda em nível elevado, mas com tendência de redução gradual caso o cenário permita.

Da redação, Weber Gomes.

Deixe seu comentário: