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Feijão tropeiro de Minas integra ranking internacional e projeta gastronomia estadual no cenário global

O feijão tropeiro, prato tradicional da culinária mineira, entrou para um ranking internacional de gastronomia, que destaca receitas marcantes do mundo. 

A plataforma Taste Atlas incluiu o prato em 5º lugar na lista de melhor comida da categoria “pratos vegetais”, ao lado de receitas italianas, portuguesas e indianas. O ranking, organizado por especialistas em gastronomia, listou receitas típicas de diversos países e regiões, valorizando tradições alimentares que carregam identidade local e apelo internacional. 

Em dezembro, a culinária de Minas Gerais já tinha aparecido numa lista internacional, da Condé Nast Traveler, que citava o estado brasileiro como um dos destinos gastronômicos de 2026. 

O feijão tropeiro é considerado um ícone da gastronomia de Minas Gerais, com raízes históricas vinculadas aos tropeiros que transportavam mercadorias entre regiões do Brasil colonial e imperial. O prato combina feijão, farinha de mandioca, carnes e temperos, e tem variações locais que refletem influências históricas e culturais específicas do estado.

A presença da receita no ranking internacional contribui para fortalecer a imagem da gastronomia mineira como elemento de atração turística e de promoção da cultura local em ambientes internacionais. Especialistas apontam que o reconhecimento de pratos tradicionais em rankings globais potencializa o interesse pela culinária regional, estimulando o setor de restaurantes, produtores de alimentos artesanais e atividades ligadas ao turismo gastronômico.

Segundo o governo de Minas, a inclusão do feijão tropeiro em destaque global complementa outras iniciativas que vêm promovendo a culinária mineira em feiras, eventos internacionais e plataformas digitais especializadas em gastronomia e cultura alimentar. 

Ainda segundo o governo, o reconhecimento pode ampliar a visibilidade de Minas Gerais como destino gastronômico, impulsionando a economia local por meio do turismo e da valorização de produtos típicos.

Da redação, Weber Gomes.

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