Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Copom mantém Selic em 15% e reforça cenário de incerteza e cautela na política monetária - Rádio D2 FM

Fale conosco via Whatsapp: +55 35 999594118

No comando: CAFÉ EXPRESSO

Das 07:00 às 09:00

No comando: NA PEGADA

Das 07:00 às 11:00

No comando: BUMERANGUE

Das 09:00 às 10:00

No comando: NA PEGADA

Das 10:00 às 12:00

No comando: TOP 10

Das 12:00 às 13:00

No comando: HORA 12

Das 12:00 às 13:00

No comando: RETRO 95

Das 14:00 às 16:00

No comando: MUSIC NEWS

Das 14:00 às 16:00

No comando: DANCE NOW

Das 15:00 às 16:00

No comando: CONTOS DO ROCK

Das 17:00 às 18:00

No comando: TIMELINE

Das 18:00 às 20:00

No comando: PAPO RETO

Das 18:00 às 20:00

No comando: CÊ QUE MANDA

Das 20:00 às 21:00

No comando: Bumerangue Edição Especial

Das 21:00 às 22:00

No comando: A VOZ DO BRASIL

Das 21:00 às 22:00

No comando: NA BATIDA

Das 22:00 às 00:00

No comando: PRODUÇÃO NACIONAL

Das 06:00 às 10:00

Copom mantém Selic em 15% e reforça cenário de incerteza e cautela na política monetária

Banco Central manteve a Taxa Selic em 15% ao ano, decisão tomada por unanimidade pelo Comitê de Política Monetária (Copom). O patamar, o mais alto desde 2006, permanece inalterado pela quarta reunião consecutiva. A manutenção reflete o arrefecimento da inflação, a desaceleração da atividade econômica e o diagnóstico de elevado nível de incerteza, fatores que, segundo o órgão, exigem uma postura prolongada de cautela.

A taxa voltou a subir em setembro de 2024, após ter atingido 10,5% em maio do mesmo ano, e chegou aos atuais 15% em junho de 2025. Desde então, o comitê indica que a estratégia vigente é preservar esse nível por um período extenso, sem sinalizar prazo para eventuais reduções.

A Selic é o principal instrumento utilizado para controlar a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em novembro, o indicador registrou alta de 0,18%, o menor resultado para o mês desde 2018. No acumulado em 12 meses, a inflação alcançou 4,46%, voltando ao limite superior da meta contínua de 3%, com intervalo de tolerância entre 1,5% e 4,5%.

O novo sistema de metas, em vigor desde janeiro, acompanha a inflação mensal acumulada em 12 meses, deslocando continuamente o período de referência. A verificação deixa de se concentrar nos índices de dezembro e passa a ser atualizada mês a mês.

No último Relatório de Política Monetária, o Banco Central revisou a projeção de inflação de 2025 para 4,8%, com possibilidade de revisão adicional diante das oscilações do câmbio e dos preços. O mercado financeiro está mais otimista: o boletim Focus estima inflação de 4,4% ao fim do ano. A expectativa de crescimento do PIB em 2025 é de 2,25%, acima da projeção de 2% divulgada pela autoridade monetária.

Da redação, Weber Gomes.

Deixe seu comentário: